Endereço

Rua Jerônimo Pientel, 299
Umarizal - Belém - Pará

Contato

091 99353-7150
contato@igorgoldim.com.br

Atendimento

Seg-Sex: 08:00 ás 22.00
Sábado : 08:00 ás 18:00

Unidade 1 – Introdução ao Mercado Financeiro e de Capitais

Como Funciona o Mercado

Você já ouviu falar no termo “mercado financeiro”? É muito comum ele ser utilizado, seja em notícias ou em conteúdos sobre investimento.

E, principalmente se você está começando a investir, pode ser que não saiba exatamente o que é o mercado financeiro. Não se preocupe. O mundo dos investimentos é recheado de termos específicos, que nem sempre são conhecidos por todos.

Além disso, segundo dados da B3, menos de 1% da população brasileira investe na Bolsa. Isso pode ser um reflexo da falta de educação financeira por aqui. O que torna comum o desconhecimento de termos desse universo.

Se você está interessado sobre o assunto, se vai começar a investir ou se já investe, mas ainda não conhece o mercado financeiro, esse post é para você!

O que é mercado financeiro?

O mercado financeiro pode ser definido como o ambiente onde pode-se comprar e vender produtos financeiros. Ou seja, o local onde são feitas as negociações desses produtos.

Eles são ativos financeiros: podem ser, por exemplo, moedas, títulos, ações, derivativos, mercadorias, commodities e outros bens que tenham valor financeiro.

Existem dois papéis fundamentais no mercado financeiro: o dos investidores e dos tomadores. Os investidores são aqueles que tem recursos poupados e podem “emprestar” o dinheiro em troca de rentabilidade, escolhendo algum investimento para aplicar. Já os tomadores são justamente os que precisam desse dinheiro emprestado, pois necessitam de mais recursos do que possuem, para financiar projetos de empresas.

Para que serve o mercado financeiro?

Ele justamente tem o papel de propiciar o encontro entre investidores e tomadores. Assim, quem quer investir o dinheiro tem um ambiente seguro, controlado e regulado por leis para fazê-lo.

Em economias de livre mercado, ele garante que as operações sejam feitas sem grandes intervenções, como do Estado, por exemplo.

Portanto, ele tem a função de ser um ambiente seguro para negociações de ativos com valor financeiro.

Como o mercado financeiro é dividido

Ele pode ser subdividido em algumas partes:

Mercado de Capitais

O mercado de capitais engloba ações, títulos e derivativos na Bolsa de Valores, corretoras ou outras instituições financeiras.

Por exemplo, se você investir em ações na Bolsa ou investir em uma LCA de um banco estará investindo no mercado de capitais.

Mercado de Câmbio

Já o mercado de câmbio tem relação com a troca de moeda. No caso do Brasil, é a troca do real (R$) pela moeda de alguma outra nação, como o dólar ou o euro.

Então, se você trocar seus reais por dólares, atuará no mercado de câmbio.

Mercado de Crédito

Nele são negociados recursos de curto, médio e longo prazo para pessoas físicas e jurídicas que precisam de dinheiro para capital de giro ou de consumo.

Ou seja, ele engloba os empréstimos que são disponibilizados pelas instituições financeiras.

Mercado Monetário

Por fim, o mercado monetário é o ambiente de empréstimos de curto prazo, com vencimento de no máximo um ano.

Quais são as instituições que monitoram o mercado financeiro?

Para garantir o bom funcionamento do mercado financeiro, existem algumas instituições que tem o papel de regular, fiscalizar e intermediar as relações e negociações que acontecem nele.

Bacen – Banco Central do Brasil

O Bacen foi criado em 1964 e é uma autarquia federal autônoma. Portanto, ele tem autonomia frente a outros órgãos, embora opere com supervisão do governo federal e esteja ligado ao Ministério da Economia.

O objetivo do Bacen é garantir a estabilidade do poder de compra da moeda nacional no país. Além disso, ele regulamenta o sistema financeiro.

Algumas das principais funções do Banco Central é:

Controlar a inflação
Depósitos de operações internacionais
Supervisionar o sistema financeiro
Atuar no mercado de cambio
Emitir a moeda nacional
Se quiser entender mais sobre a atuação e como funciona a instituição, confira esse post sobre o Bacen.

CVM – Comissão de Valores Mobiliários

A CVM é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. Ela foi criada em 1976 e tem o objetivo de fiscalizar e manter boas práticas no mercado de valores mobiliários.

Então, todas as instituições que atuam no mercado são monitoradas pela CVM. E, caso alguma delas descumprir as regras estabelecidas, é a CVM que irá punir.

CMN – Conselho Monetário Nacional

O CMN é o órgão que está no topo do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Ou seja, ele tem poder sobre as outras instituições.

Ele garante o bom funcionamento do sistema controlando a política de moeda e crédito no Brasil.

Agentes de intermediação

Os agentes de intermediação são responsáveis por conectar os tomadores com os investidores. Podem ser: bancos, corretoras de investimento, administradoras de consórcio, instituições de pagamento e a própria Bolsa de Valores.

Agentes que participam do mercado financeiro

Existem também alguns agentes que atuam e participam do mercado financeiro.

Bolsa de Valores

Se você investe ou quer investir em ações provavelmente já ouviu falar na Bolsa de Valores. É nela que todas as empresas de capital aberto negociam parte da empresa em forma de ações. Ou seja, se você quer comprar ou vender ações, é a Bolsa de Valores que deve procurar.

Atualmente, qualquer pessoa que possua um CPF pode investir na Bolsa. As negociações devem ser feitas online através de um home broker, a plataforma onde estão listadas todas as ações da Bolsa.

Emissores de títulos

Os emissores de títulos são as instituições que disponibilizam os papeis de investimento. Os títulos podem ser públicos ou privados, de acordo com o seu emissor.

Em caso de títulos públicos, o emissor é o Tesouro Nacional. Ou seja, quando você investe no Tesouro Selic, por exemplo, o emissor é o próprio governo. Por isso, os títulos públicos são considerados os investimentos mais seguros do Brasil, pois as chances do próprio governo quebrar são muito menores do que instituições privadas.

Já em caso de títulos privados, os emissores podem ser bancos ou instituições financeiras privadas. Por exemplo, se você investir em um CDB investirá em um título de alguma organização privada. Nesse caso, o risco é maior. Por isso, é preciso avaliar o rating do emissor para saber se ele está bem avaliado.

Mesmo assim, para diminuir esse risco, existe o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Ele garante o ressarcimento dos seus investimentos em caso de quebra do emissor. Mas atenção: ele garante a devolução de, no máximo, R$ 250 mil, por instituição. E não são todos os títulos que são protegidos pelo FGC. Portanto, antes de escolher seus investimentos, procure saber sobre o emissor e se ele é protegido pelo FGC.

Investidores

Os investidores são as pessoas que tem recursos sobrando e emprestam o dinheiro para fazê-lo render. Seja para empresas, para instituições financeiras ou para o governo.

Produtos do mercado financeiro

Se você está pensando em investir seu dinheiro, primeiro é necessário conhecer os tipos de investimento. Você pode investir em renda fixa ou em renda variável.

Renda Fixa

Na renda fixa a remuneração ou a forma de cálculo pode ser definida previamente no momento da aplicação. Exemplos de investimentos em renda fixa são: Fundos DI e Renda Fixa, títulos públicos e CDBs.

Os investimentos de renda fixa não estão tão sujeitos às oscilações do mercado. Além disso, como o investidor já conhece sua rentabilidade, são investimentos considerados menos arriscados, adequados para quem tem o perfil conservador ou está começando a investir.

Renda Variável

Já na renda variável o investidor não sabe previamente qual a rentabilidade do ativo. O preço dos ativos pode sofrer variações o tempo todo, sendo afetados por acontecimentos da economia e do mercado financeiro.

Porém, justamente por trazer mais riscos, a renda variável pode trazer mais rentabilidade. Um exemplo de renda variável é investir em ações. O risco é alto, mas pode trazer um bom retorno. Mas, pelo risco ser alto, é um investimento indicado para investidores arrojados.

Como funciona o mercado financeiro
Como explicamos, o mercado financeiro possibilita o encontro entre investidores e tomadores. Ou seja, ele dá fluxo para os recursos financeiros. As instituições do mercado proporcionam que os emissores e tomadores não precisem “se encontrar” para negociar os ativos.

As negociações são feitas em ambientes seguros e intermediadas por agentes do mercado, como corretoras de valores.

Por exemplo, se você quiser investir em ações da Petrobras, não precisa procurar a empresa diretamente. Basta abrir conta em uma corretora de confiança, como a XP Investimentos, acessar o home broker e escolher as ações da empresa.

Ou seja, você emprestará seu dinheiro para a Petrobras sem precisar ter contato direto com a empresa. Em troca, a empresa irá dividir os lucros com os investidores. Além disso, as ações podem se valorizar e você pode ganhar dinheiro no tempo.

Conheça alguns investimentos disponíveis no mercado

Ficou interessado em investir? Primeiro, conheça o seu tipo de investidor: é muito importante que você escolha investimentos que estão de acordo com a sua tolerância ao risco. Existem três tipos de investidores: conservador, moderado e arrojado. E para cada um existem opções adequadas para investir.

Vamos explicar alguns dos investimentos existentes do mercado financeiro:

Tesouro Direto
Como falamos, esse é considerado o investimento mais seguro do Brasil – indicado para quem está começando a investir ou para a sua reserva de emergência.

Ele foi criado em 2002 para democratizar o acesso a títulos públicos. Para começar a investir no Tesouro Direto não é necessário muito dinheiro: com apenas R$ 37,00 já é possível começar.

E existem opções com diferentes datas de vencimento para diferentes objetivos. Outra vantagem é a liquidez: ela é diária. Ou seja, é um investimento seguro e que te dará mais rentabilidade do que a poupança.

CDB
A sigla significa Certificado de Depósito Bancário. O CDB, assim como o Tesouro Direto, é um investimento de renda fixa. Porém, o emissor não é o governo, e sim bancos privados.

Então, nesse caso, você empresta seu dinheiro para o banco, que irá devolver a quantia aplicada + juros acordados no momento da aplicação.

Um ponto importante desse tipo de investimento é se certificar que o banco emissor tem um bom rating. Ou seja, escolher instituições de confiança que possuem menos possibilidade de quebrar.

Todavia, o CDB é um investimento pelo FGC. Então, até R$250 mil você está garantido em casos de falência do banco.

Debêntures
Elas são títulos de dívida de médio e longo prazo. As debêntures são emitidas por Sociedades Anônimas de capital aberto ou fechado. Ou seja, o emissor é sempre uma instituição privada.

Elas são utilizadas pelas companhias emissoras para o financiamento de projetos, aumento de capital ou da capacidade produtiva e para a reestruturação de dívidas.

Diferente do CDB, esse investimento não é protegido pelo FGC. Isso significa que, se o emissor falir, você não receberá o valor investido de volta.

Para minimizar essa possibilidade, é importante consultar as notas de classificação de risco da empresa emissora em questão, dadas por agências de rating. Essas notas indicam a qualidade de crédito das empresas emissoras.

Ações
As ações representam uma parte do capital social de uma empresa. Ou seja, quando você compra uma ação, se torna sócio da empresa. Inclusive, participa dos lucros e prejuízos.

As ações são um investimento de renda variável. Você não sabe a rentabilidade no momento da aplicação. Inclusive, não há garantias de rentabilidade. Pense que você está apostando no sucesso de uma empresa e ele pode ocorrer ou não. Portanto, o risco é alto.

Fonte: XP Investimentos

Oportunidades de carreira no mercado financeiro e de capitais.

Um dos principais chamarizes é a remuneração atrativa com direito a bônus e participação nos lucros. Além disso, o dia a dia agitado, sem qualquer rotina, natural do mercado, atrai muitos candidatos.

Antes de trabalhar no mercado financeiro, é altamente recomendável que você domine o mercado de capitais:

Como a rentabilidade do Tesouro Direto chegou a 53% a.a
Guia simples: Aprenda a Comprar Ações na Bolsa de Valores
Ações Que Pagam Mais: Como Lucrar Com Dividendos Em 2017
Mas como se preparar para conquistar uma vaga em uma instituição financeira?

Neste post, daremos o caminho das pedras para que saiba quais são as certificações, cursos necessários e dicas de profissionais para se destacar no processo seletivo tão competitivo no mercado financeiro.

O Começo da Formação Profissional Para Trabalhar no Mercado Financeiro
A graduação em um curso relacionado às finanças, economia e administração é o primeiro passo para ter uma base de conhecimento necessária para iniciar a carreira.

Quem fizer estágios e/ou trainees em um banco ou corretora de valores terá vantagem frente aos que irão tentar uma posição só depois de formado.

Por isso, a primeira dica é ficar atento às oportunidades ainda na faculdade e aproveitá-las.

Há muitas vagas para os novatos em corretoras e bancos em áreas como back-office que funciona como um departamento de suporte de negócio.

Para quem está com aqueles gás, iniciar por atividades administrativas pode parecer algo monótono. Mas, quando se trata de mercado financeiro, a monotonia passa longe.

A área de back office é responsável pelo processamento das transações, liquidações e afins – fundamentais para as operações e para o trabalho da equipe de front office (atendentes, operadores etc)

O back office costuma ser a porta de entrada no mercado financeiro. E é onde o profissional terá uma visão geral e prática do funcionamento do negócio e de todas as operações realizadas no mercado de renda variável, renda fixa e fundos de investimento.

Cursos de Formação Profissional

Além da graduação é preciso passar por alguns exames específicos, de acordo com a área que quer trabalhar. Alguns exames são obrigatórios, conforme regras do mercado.

Em 2003, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou por intermédio do Banco Central, uma resolução em que profissionais que atuam junto a clientes devem comprovar um mínimo de conhecimento sobre o mercado de valores.

A ANBIMA é o principal órgão certificador dos profissionais que trabalham nessa área. A seguir, listamos as principais provas e certificações requisitadas pelos bancos e corretoras de valores:

ANBIMA CPA-10
Exame voltado a aqueles que querem trabalhar na prospecção e venda de produtos juntos aos clientes em agências bancárias ou plataforma de atendimento. Para ser gerente de banco, por exemplo, é preciso ter o CPA-10.

ANBIMA CPA-20
Indicado e necessário para aqueles que almejam atender investidores qualificados, ou seja, com mais de R$ 300 mil aplicados no mercado de valores.

As principais atividade de um profissional com essa certificação são: prospecção, venda de produtos de investimentos, manutenção de carteira de ativos junto aos clientes. Poderá atuar em segmentos de varejo de alta renda, Private Banking, Corporate e investidores institucionais.

ANCORD
Essa certificação visa validar os conhecimento do profissional em relação aos conceitos, operações, tributações e outras atividades de back office.

Esse exame é obrigatório para quem quer atuar como agente autônomo de investimentos, que também precisa passar pelo exame do PQO da BM&FBOVESPA.

Trata-se da certificação mais comum. Pois envolve diversas funções como: operadores da Bolsa, atendimento ao cliente, compliance, risco etc

APIMEC

Para quem quer trabalhar como analistas de investimento. Esse profissional realiza análise de desempenho do mercado e das empresas para dar recomendações de compra ou venda de ativos.

Para atuar no ramo, existem duas provas: APIMEC CNPI-P (para analistas fundamentalistas) e APIMEC CNPI-T (para analistas técnicos).

cfp®
Destinada a planejadores financeiros para atuar no desenvolvimento de estratégias de investimentos de acordo com o perfil do cliente.

Para fazer o exame a fim de conseguir essa certificação é necessário ter experiência prévia. Um profissional com CFP é muito respeitado no mercado, pois demonstra que possui um alto grau de conhecimento no planejamento financeiro pessoal.

Onde Encontrar Vagas no Mercado Financeiro?
Nos sites das instituições financeiras você encontrará uma seção dedicada à oferta de vagas onde pode se candidatar diretamente.

Antes de enviar o currículo, confira se está atualizado, saiba destacar a experiência prévia e os seus conhecimentos de forma concisa e clara.

Outra fonte para buscar oportunidades é o LinkedIn. Além de ser uma excelente ferramenta para encontrar emprego, funciona como um meio eficiente de fazer um primeiro contato com profissionais do setor.

Se não conhece alguém do setor, participe de grupos relacionados no LinkedIn e comece a construir uma rede de relacionamento.

Como em qualquer área de atuação, o networking pode ser aquele diferencial para se destacar em um mercado tão competitivo.

Como é o Processo Seletivo para Trabalhar no Mercado Financeiro?
O tempo do processo vai depender da urgência, nível do cargo, oferta de candidatos e complexidade da vaga. Na Rico, por exemplo, o tempo de seleção varia de 3 semanas a 1 mês. Logo, é importante ter paciência e se preparar antes de cada etapa.

Hoje em dia, para uma vaga de analista de atendimento na corretora, centenas de currículos são enviados. Depois de passar por filtros, a área de recursos humanos faz uma pré-seleção e agenda as entrevistas.

Se o candidato tiver o perfil, pode ser realizada uma dinâmica de grupo ou entrevista individual com o RH, com aplicação de testes específicos e redação.

Caso seja aprovado, a etapa seguinte é realizada com o gestor da área. Se a resposta for positiva, é possível ainda ter uma etapa de entrevista com a diretoria.

É importante estar preparado e disponível para enfrentar todas as etapas e aguardar o retorno do selecionador a cada uma delas.

É normal que o processo não comece e termine na mesma semana. Isso porque o a busca pelo profissional ideal no mercado financeiro é muito criteriosa.

Como Se Sair bem no Processo Seletivo?
Dicas de um profissional de RH
Para responder essa questão, nada melhor do que falar com quem atua na área de recursos humanos.

E para isso a nossa equipe do blog foi conversar com a Michele Pines. Ela é gestora de RH aqui na Rico e tem mais de 10 anos de experiência em processos de seleção.

A Michele já selecionou centenas de profissionais para todas as áreas de uma corretora de valores, desde back office, front, TI e apoio. De acordo com ela, seguir as 5 dicas abaixo são alguns diferenciais que destacam um candidato do outro.

Confira:
Conhecer a empresa antes do processo seletivo
Ter uma formação sólida e fazer cursos relacionados à vaga
Ter objetivos profissionais claros
Procurar saber como é a cultura e clima da empresa. E se estão alinhados aos valores pessoais.
Boa postura e comunicação clara
Dicas de um gerente de mesa de operações
Se passar da primeira etapa de seleção, a próxima é, provavelmente, uma entrevista com o gestor. Ou seja, o futuro chefe.

Aqui é preciso estar muito preparado para causar uma boa impressão e mostrar que tem uma base de conhecimento sólida e perfil para galgar essa oportunidade.

Mas como se sair bem em uma entrevista com o gerente da mesa de operações de uma das maiores corretoras do Brasil?

Para saber como, conversamos com Fernando Montanari, gerente da mesa de operações da Rico. Ele lidera uma equipe com mais de 20 funcionários e atua no mercado financeiro desde 2004.

Confira 3 fatores que ele considera importantes na seleção de um profissional para trabalhar na mesa de operações da Rico:

Buscar certificações como CPA, CFP, CNPI
Conhecer pessoas do mercado e ter um networking forte
Participar de eventos, palestras do mercado e apresentações de empresas de capital aberto
Você deve ter reparado que usar fórmulas no Excel, saber matemática financeira e inglês não são itens de destaque citados pelos entrevistados acima.

Isso porque tais conhecimentos já fazem parte de um filtro prévio realizado nos currículos para vagas oferecidas e mais concorridas.

Como é Trabalhar no Mercado Financeiro
O dia a dia de um trader possui muitas vantagens. Caso você escolha trabalhar no mercado financeiro de casa, pode fazer seus horários, trabalhar no sofá, sem chefe. Tudo pela internet.

Mas é uma ilusão essa história de enriquecer da noite para o dia, se mudar para a praia e etc. Muitas pessoas quebram buscando esse enriquecimento imediato. E outras enriquecem vendendo essa ilusão.

Enfim, trabalhar no mercado financeiro é como qualquer outro emprego. A médio e longo prazo, dependendo da sua performance, você obterá uma estabilidade e crescerá o seu patrimônio com o passar dos anos.

Apesar de ser uma atividade intelectual, trabalhar no mercado financeiro cansa, pois exige muito esforço emocional e mental. Você precisa estar ciente de tudo ao mesmo tempo, sem perder o controle de si mesmo.

Principalmente se for operar com o próprio dinheiro. A primeira regra do mercado é entender sua posição. Se você opera sozinho, você é uma sardinha em meio a tubarões.

Se está operando milhões para um fundo de investimento, você já possui um porte um pouco maior. É preciso encarar todo esse dinheiro como “munição” para seus embates, não como dinheiro real.

Fonte: Blog Rico Investimentos

Vídeos Complementares

Igor Goldim

Analista de Sistemas, Estudante de Direito, Trader

Deixe uma resposta